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No recente caso do acidente com o avião da Air France no litoral brasileiro, jornalistas publicavam em seus websites “informações de bastidores” sobre o que estava acontecendo naquele momento. Também emitiam opiniões, faziam pesquisas relacionadas ao fato e apresentavam o contexto jornalístico. “Quando fazemos um texto temos que ter muito cuidado para não misturar as informações, não confundir as coisas. Vejo as ferramentas tecnológicas surgindo para acrescentar, agregar valor a produção da mídia, para que se possa fazer uma boa comunicação”, disse Sílvia Zanelle.
Os blogs para o uso do jornalismo, por exemplo, formam uma realidade cada vez mais consistente na Internet brasileira. Neste tipo de site - devido a uma estrutura simples, rápida e prática - é possível empregar muito bem o conceito de trabalho multimídia, através da utilização simultânea de hipertextos e conteúdos audiovisuais. “Percebo que as pessoas estão descobrindo e frequentando os weblogs com função jornalística”, afirmou Sílvia Zanelle.
Os atores dizem nunca ter vivido a sensação de ver crianças tão entretidas, com os olhinhos brilhando, empolgadas com tudo aquilo que estavam assistindo. Joht Cavalcanti e Adriele Daniel levaram ao público infantil um conto de fadas e aos adultos o simples prazer de voltar a infância, para lembrar dos pais contando histórias incríveis. “Fiquei sem palavras ao ver as crianças nos abraçando”, disse Joht.
Isto é, megacorporações que se formaram pela fusão de jornais de médio porte, cadeias de televisão, tvs a cabo, cinemas, software, telecomunicações, entretenimento, turismo, entre outros. Tais produtos e serviços dessas empresas podem promover-se mutuamente entre seus diferentes ramos, em busca de uma ampliação de seus respectivos nichos de mercado. Hoje são sete as corporações que dominam o mercado mundial da comunicação. Se não se estabelecerem restrições a esta lógica oligopólica, amanhã poderão ser menos. Como se trata de um projeto global, este processo vem acompanhado a imposição tanto de políticas de liberalização e desregulamentação, sobretudo em matéria de telecomunicações, para eliminar qualquer regulamentação ao espaço estatal que pudesse interpor-se à expansão multinacional, como normas – tal o caso da nova interpretação dos direitos de propriedade intelectual – orientadas a salvaguardar seus interesses e a lograr que de uma vez por todas a informação e a produção cultural sejam consideradas meras mercadorias.
O curso dessa tendência só poderá ser brecado e modificado por uma ação cidadã contundente, sustentada e deliberada. Existem roteiros abertos por uma multiplicidade de iniciativas em diferentes planos. Coletivos empenhados em garantir o acesso universal às novas tecnologias de informação e comunicação; redes de intercâmbio para desenvolver software livres; espaços para pressionar em instâncias de decisão na defesa do direito à informação e à comunicação; organismos empenhados em monitorar e implementar ações críticas frente aos conteúdos sexuais, racistas, excludentes etc, veiculados pela mídia; programas de educação para desenvolver uma postura crítica frente a mídia; associações de usuários para pressionar na programação da mídia; meios independentes, comunitários, alternativos comprometidos em desenvolver a comunicação; redes cidadãs e de intercâmbio informativo articuladas por intermédio da internet; pesquisadores que contribuam para abater as chaves do sistema reinante e apontar possíveis saídas; organizações sociais que entrem na disputa da batalha da comunicação; associações de jornalistas que levantem a bandeira da ética e independência; coletivos de mulheres que articulem redes para que avance a perspectiva do gênero na comunicação; movimentos culturais que se neguem a deixar-se sepultar no esquecimento; redes de educação popular; observatório em prol da liberdade de informação; associações para se opor aos monopólios; movimentos em defesa da mídia de caráter público.
O termo modernização tem o sentido de superar atrasos tecnológicos e culturais de uma determinada sociedade. Equivale ao desenvolvimento de novas formas de produzir e consumir, de inovações tecnológicas (por exemplo: DDD, robôs industriais, caixa automática nos bancos, TV a cabo) e culturais (por exemplo, divórcio, hábito de lanches rápidos, aquisição de eletrodomésticos), que estariam introduzindo profundas mudanças na sociedade, das quais a população como um todo deveria participar.
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É possível que uma modalidade da participação social vise também fazer com que a população tenha a sensação de participar de algo de que nem sempre usufrui ou controla; a melhoria de vida da população seria uma decorrência dessa modernização. A realidade brasileira, no entanto, não confirmou esse pressuposto. Não há indicações de que as inovações tenham permitido uma maior participação da população. E tampouco o padrão de vida da maioria da população melhorou.
Essa concepção tem raízes fortes em nossa sociedade, inspirando inúmeros programas governamentais e religiosos que há muitos anos vêm se desenvolvendo com vistas a integrar os chamados marginalizados. Esse tipo de participação obscurece o fato de que estes grupos marginalizados sempre estiveram dentro da sociedade, mas participando da riqueza de forma bastante desigual. A integração deveria, então, passar necessariamente pela garantia de empregos, melhores salários e serviços básicos.
E como em toda história do rádio, há divergência sobre quem fez a primeira transmissão modulada no Brasil. Uma das pioneiras do Brasil teria sido a Difusora FM, que entrou no ar a partir de 1970. Porém, a quem diga que em 1955, a Rádio Imprensa teria usado o sistema para transmitir sua programação para lojas e escritórios, cobrando taxa dos "assinantes".
Com apoio do Fundo Nacional de Cultura do Ministério da Cultura (MinC), a organização promove a formação dos universitários que trabalham como estagiários no projeto. “A equipe é renovada a cada ano, para que mais estudantes possam passar por esse processo de aprendizado”, conta Ana Arruda, coordenadora da sede de Brasília, “mas depois que acaba o período de estágio, a maior parte deles continua colaborando conosco”. “A idéia é criar uma rede sustentável para que o trabalho numa organização como essa forneça renda para se manter”, acrescenta Leonardo Rodarte da Universidade de São Paulo, que entrou para o grupo em 2007.
As apresentações na praça Antenor Navarro começarão sempre a partir das 21h. O objetivo da iniciativa é promover a cultura e os artistas populares da Paraíba. É também uma forma de ocupar o espaço do conjunto arquitetônico do Centro Histórico da capital, que foi tombado nacionalmente. Outra meta importante do evento é a geração de emprego e renda, que deverá ser alcançada graças à grandiosidade e organização dos festejos que atraem pessoenses e turistas de fora do estado. A festa vai contar com a realização do tradicional 'Concurso de Quadrilhas Juninas Arraial do Varadouro', que chega a 13ª edição.
Mais uma vez a festividade vai priorizar as expressões artísticas e culturais regonais. Manifestações folclóricas, a exemplo de côco de roda, afoxé, reizado, cordel, mamulengo, repente, alabê alujá, forró pé-de-serra, ciranda, cavalo marinho, xaxado serão apresentadas ao público sempre, a partir das 20h. O "caldeirão" de folguedos do Largo de São Frei Pedro Gonçalves vai contar com a Tenda do Cordel. De acordo com o chefe da Divisão de Cultura Popular da Funjope, Emilson Ribeiro, o espaço vai funcionar ao lado do palco onde os artistas farão as apresentações. Durante os dias do evento, o púbico poderá adquirir CDs, DVDs e cordéis que estarão à venda.
Segundo Ícaro Falcão, do Tatto Studio, cerca de vinte pessoas por mês o procuram para aplicação de piercing. As partes mais comuns de perfurar são: o lóbulo da orelha, a língua, nariz, lábios e umbigo. Porém, sempre existem pessoas querendo colocar ornamentos nas partes íntimas, o que não é recomendado devido ao risco constante de contaminação. O valor do piercing varia entre 25 e 30 reais (aplicação), mais o valor da jóia escolhida pelo cliente.
Após tantos séculos de História, o piercing ainda luta contra os preconceitos da sociedade, mas a cada dia se torna mais frequente entre a juventude. A estudante Lílian Oliveira, 18 anos, colocou um piercing no umbigo aos 16 e agora vai por mais. A jovem revelou que no começo teve medo e também da reação da mãe. “Ela brigou comigo, mas não me arrependo. Hoje vou colocar mais um”, afirmou Lílian.
Focalizando o contexto brasileiro, constata-se que as comunidades virtuais têm potencializado o contato e a organização de indivíduos em novas estruturas. Comunidades que começaram virtuais - a Comunidade Python Brasil e o Sistema de Inventário CACIC - passam a ter encontros presenciais em eventos como o PyCon Brasil e o Fórum Internacional de Software Livre (FISL). Com o crescimento destas comunidades, surge uma nova dimensão de poder, a qual muitas vezes passa despercebida pelos próprios envolvidos.
Ainda que sem reconhecimento, os movimentos das comunidades virtuais têm se tornado uma prática corriqueira e, aos poucos, as novas estruturas virtuais interagem com o mundo tradicional. O Brasil tem bases sólidas assentadas na direção da interação e integração social. Importante pensarmos em como as comunidades virtuais podem trazer resultados concretos de organização social e da reconfiguração da estrutura de poder vigente.
O racismo é um dos temas mais entranhados na sociedade moderna e, por isso, um dos mais difíceis de serem tratados com um mínimo de civilidade. As reuniões da ONU comprovam. O racismo está na constituição do sistema mundo desde seus primórdios e continua a constituí-lo ainda hoje. Na América Latina/Abya Yala, no Caribe e na África, não há como deixar de reconhecer o recobrimento entre o processo de formação das classes sociais e a questão étnico-racial. Dois dos mais importantes sociólogos latino-americanos, o peruano Aníbal Quijano e o brasileiro Florestan Fernandes, insistiram nessa sobreposição. Faz parte da colonialidade que constitui a modernidade sendo seu lado até recentemente silenciado.
O último período da globalização iniciada em 1492, o técnico-científico-informacional (Milton Santos) e neoliberal, ao contrário da homogeneização que de certa forma era seu ideal-tipo tem que aceitar a diversidade de culturas de fato como resultado da resistência dos diferentes à nova colonização, agora em nome do desenvolvimento e do mercado. As migrações acabaram colorindo as periferias de Londres, de Paris, Amsterdã e de Berlin e, assim, aproximaram os diferentes lá mesmo no centro do poder mundial, fenômeno nada novo para quem viveu no lado colonial do sistema mundo moderno-colonial. Há uma resistência xenófoba à transculturalidade e à transterritorialidade em curso no mundo que explicita uma questão de fundo do sistema mundo moderno-colonial e que as reuniões da ONU expressam esse mal-estar.
O curso de Aproveitamento Integral dos Alimentos, por exemplo, ensina aos alunos(as) a importância de uma nutrição saudável; discute o direito humano a alimentação; apresenta noções de sustentabilidade; estimula a produção de criativas e saborosas receitas, entre outros conteúdos.
No Brasil, vivemos num Estado Democrático de Direito, onde exercemos a democracia mediante a participação no debate público e possuímos cidadania. Vimos, então, que a cidadania em seus primórdios, era exercida apenas por algumas classes sociais, as que detinham poder. A desigualdade social sempre gerou direitos às classes que detinham o poder, os excluídos socialmente não possuíam direito a ter direitos.
Há aqueles que vêem a criação de uma mídia alternativa a que aí está como uma tarefa central. Outros preferem a denominação “independente” para qualificar o objetivo a ser buscado. E outros ainda preferem não se enquadrar em nenhuma dessas categorias. Todos, porém, concordam com uma coisa: a criação de um espaço nacional de encontro, debates e articulação é muito importante para a superação e modificação do atual cenário midiático brasileiro, marcado por um crescente processo de concentração e de apropriação de bens e serviços públicos por uns poucos grandes grupos privados. A proposta é que esse movimento seja construído passo-a-passo, respeitando a opinião e as particularidades do trabalho de cada um, partindo dos pontos de acordo e visando convergências mais amplas.
O advogado João Cardoso explica que no Brasil, independente da licença, os direitos de autoria sobre programas de computador são garantidos desde 1998 por lei. "Assim, o software goza da proteção legal independentemente de registro". Criador do site BR-Linux.org, referência nacional em software livre, o administrador Augusto Campos complementa: "O software livre não necessariamente precisa ser gratuito". O site de Campos é dedicado ao Linux, um sistema operacional livre criado pelo finlandês Linus Torvalds nos anos 1990.
Nesta quarta-feira (03/06), a partir das 19h30, estréia o "Cinema CRJ". A idéia é que nos próximos meses ocorram exibições de vários filmes, documentários e animações, agitando ainda mais o nosso Centro da Juventude. Para começar, temos o documentário "Ilha das Flores", de Jorge Furtado. Desde já, todas(os) estão convidados a participar. Nao percam!