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terça-feira, 24 de maio de 2011

Ações de combate à violência nas escolas

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O Ministério Público da Paraíba, o Estado e o Município de João Pessoa vão desenvolver ações conjuntas para combater a violência nas escolas. A iniciativa foi tomada durante audiência realizada recentemente pela Promotoria da Educação, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, para discutir a segurança nas escolas da Capital, com a participação de representantes do Estado e da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP).
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A promotora da Educação, Fabiana Lobo, disse que será programada uma capacitação conjunta para debater a temática da segurança publica, envolvendo questões como bullying, violência nas escolas, alunos armados. Ela também destacou a necessidade de pequenas ações por parte das secretarias como o fardamento escolar. “À medida que disponibiliza fardamento para os alunos, pode-se exigir que os estudantes só entrem na escola fardado, impedindo que pessoas estranhas entrem”, explicou a promotora. Ela disse ainda que existe uma falta de orientação dos profissionais da educação quanto aos atos infracionais cometidos nas escolas. “É preciso que os atos infracionais sejam comunicados às autoridades competentes”, ressaltou.
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O procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle, disse que o Ministério Público vai contribuir buscando saídas e soluções para o problema. O promotor do Cidadão, Valberto Lira, propôs a criação de conselhos de segurança nas escolas com acompanhamento psicológico. Já o promotor Guilherme Câmara disse que as escolas devem reforçar a vigilância sobre os alunos que são maltratados, oferecendo ajuda psicológica, para evitar futuros comportamentos agressivos. A promotora Soraya Escorel defendeu o uso de sistema de câmeras nas escola e propôs a união de todos os órgãos para combater a problemática.
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Ações desenvolvidas

A secretária executiva da Educação do Estado, Márcia Lucena, informou que está sendo desenvolvido um plano de combate à violência nas escolas. Ela disse ainda que serão realizados fóruns envolvendo todos os profissionais de educação nas 12 regionais de Ensino e, a partir daí, serão implantadas ações dentro das escolas.
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A assessoria jurídica da Secretaria de Educação da Capital, Sâmia Carvalho, registrou que as escolas municipais que apresentam maior índice de violência terão segurança armada privada. Ela disse também que está sendo criada a comissão permanente de combate à violência e destacou que algumas temáticas, como o bullying, já vêm sendo tratadas nas escolas municipais. O major Sobreira informou sobre as ações da Polícia Militar através do Programa de Erradicação das Drogas e da Patrulha Escolar, que faz rondas diárias nas escolas com maior índice de infrações cometidas.
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FONTE: http://www.maispb.com.br
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Inscrições para o ProUni começam nesta sexta
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As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) serão abertas nesta sexta-feira (21/01) e seguem até 25 de janeiro. Nesta edição serão oferecidas 123.170 bolsas de estudo em 1,5 mil instituições privadas de ensino superior. Do total, 80.520 são integrais e 42.650 parciais, que custeiam 50% da mensalidade.
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Os estudantes interessados no benefício deverão acessar o site do ProUni (http://www.portalprouni.mec.gov.br). Para participar do programa, o candidato precisa ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou estabelecimento privado com bolsa integral, além de atender a alguns critérios de renda. É necessário ainda ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 e atingido pontuação mínima de 400 pontos na média das cinco provas também não pode ter zerado a redação.
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As bolsas integrais são destinadas aos alunos com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio. Já as bolsas parciais são para os candidatos cuja renda familiar mensal per capita é de até três salários mínimos. O candidato pode escolher até três cursos, elegendo sua prioridade. A lista dos pré-selecionados em primeira chamada será divulgada dia 28 de janeiro. Esses estudantes deverão comprovar informações nas instituições de ensino até 4 de fevereiro. No dia 11 de fevereiro, será divulgada a lista dos pré-selecionados em segunda chamada, com prazo de comprovação de documentos até 17 de fevereiro.
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Caso ainda haja bolsas disponíveis, o Ministério da Educação abrirá um novo período de inscrições entre os dias 21 e 24 de fevereiro, com divulgação da primeira lista de pré-selecionados em 27 de fevereiro. Quem já tiver conseguido uma bolsa na primeira etapa de inscrições não poderá participar da disputa. O cronograma completa do ProUni está disponível no site do programa.
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FONTE: http://estadao.br.msn.com
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Escolas analógicas, alunos digitais
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Tecnologia na Educação representa muito mais que digitar os trabalhos escolares e imprimir ou ter uma aula de informática no laboratório da escola. Para os especialistas em ensino, as possibilidades que os diversos apetrechos tecnológicos possibilitam para a vida dos alunos pedem mais que a simples inclusão de novos aparelhos no ambiente de aprendizagem, mas exige uma própria transformação da escola, que atende crianças e adolescentes da geração digital, mas segue com métodos de ensino analógicos.
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Para a professora Maria Auxiliadora Padilha, vice-coordenadora da pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica da UFPE, um dos problemas centrais da escola é a falta de interesse dos alunos, gerada pelo distanciamento do ambiente escolar do seu dia a dia. “A vida em sociedade está completamente modificada e, em grande parte, em função dos avanços tecnológicos, mas não vemos essas mudanças na escola, que vai se afastando cada vez mais da necessidade dos alunos, e os alunos se afastam dela."
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Até a forma como os alunos aprendem hoje é estranha para os educadores da era analógica. Enquanto o estudante tradicional se desloca para um lugar silencioso, se concentra e começa a ler, o jovem digital estuda enquanto está fazendo outras atividades. A rigidez das disciplinas escolares e o sequencialismo proposto pelos currículos têm um forte choque com a maneira de aprender dos alunos atuais. “Essa geração estuda com o computador ligado, no MSN, com vídeo, escutando música. Essa é a forma deles se concentrarem e estudarem, enquanto ensinamos para trás, de forma totalmente analógica”, disse Maria Auxiliadora Padilha.
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Outro entrave para que a dinâmica da escola seja incluída digitalmente é ainda a resistência de muitos professores, principalmente dos mais antigos, que tiveram toda uma formação analógica. Enquanto os alunos aprendem naturalmente a fazer uso das novas tecnologias, baixando vídeos e músicas ou se relacionando nas redes sociais, os educadores têm imensas dificuldades em aprender as funções dos novos instrumentos de trabalho e, mesmo quando usam para se comunicar ou para resolver questões pessoais, não sabem como aproveitá-las de forma educativa.
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Diante das barreiras na aprendizagem do uso das novas tecnologias, o professor do Departamento de Psicologia da UFPE e consultor do Cesar.edu, Luciano Meira, defende que o educador precisa assumir um papel mais nobre que ensinar os alunos a usarem o computador. Afirma que ele deve conhecer as possibilidades de aprendizagem nos novos meios e desafiar o estudante a aprender com elas. “O aluno sozinho descobre como usar o computador. O professor precisa saber os limites de conhecimento que esse artefato pode produzir e dar problemas para os alunos resolverem”, recomenda o especialista.
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Para uma utilização adequada e produtiva dos meios, é fundamental que a escola compreenda o que o aluno faz na rede para fazer um uso pedagógico desses espaços. Dentro das lan houses, por exemplo, 43% dos usuários usam jogos digitais e a maioria interage com outras pessoas através das redes sociais, segundo informações do Porto Digital. “O professor precisa compreender sobre como o aluno aprende no ambiente virtual e usar isso como um trampolim para ensinar os conteúdos da escola”, declarou Luciano Meira.
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FONTE: http://www.ondajovem.com.br
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A importância da língua inglesa para os jovens
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Marina Freire (*)
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O post de hoje vai ser um pouco diferente do primeiro. Eu, como adoradora da língua inglesa, vou tentar fazer um incentivo aos jovens e até mesmo aos adultos para começarem a estudar essa língua que continua sendo totalmente necessária nos dias de hoje, muito mais do que antes.
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Atualmente, um bom currículo exige que você fale ao menos duas línguas estrangeiras. Mas, se você domina o inglês, que é o idioma comercial predominante no mundo, então conta como um ponto extra! O mercado de trabalho, tanto para marinheiros de primeira viagem, como para aqueles que buscam se superar cada vez mais, está mais exigente, e podem ter certeza que se você manja do inglês, pode ser uma porta que se abre para a contratação ou quem sabe, uma promoção!
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Esse recado vai principalmente aos jovens, cujos pais os matriculam nas culturas e eles não se interessam, vão por obrigação, e isso, quando vão! Gente, vamos focar no futuro! Temos que pensar grande, portanto, havemos de aproveitar todas as oportunidades. Portanto, se não você acha que não tem jeito, inglês não é pra você, eu vou lhes dar duas dicas essenciais e facílimas que funcionaram 100% comigo...
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Primeiro, assista sempre a filmes com áudio em inglês e legendas em português. Prestem atenção nas expressões e nas falas, pois ajuda muito! Segundo, escute musicas internacionais, tente ler a letra e ver se entende algo, para depois ver a tradução; porque existem músicas tão fáceis...
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Hoje, posso dizer que estou a um passo de falar fluentemente o inglês, e devo grande parte disso as músicas e aos filmes. Depois, aos centros de línguas que já estudei. C’mon people, o inglês é uma delícia, e tenho certeza que vocês irão descobrir uma paixão escondida. Sem contar que pra qualquer lugar do mundo que viajemos, a nossa comunicação será quase que basicamente pelo inglês.
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(*) Estudante, louca por música, cinema e fotografia.
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FONTE: http://www.canalpb.com.br
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ser inteligente saiu de moda?
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Luis Pellegrini

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"Nada mais brega do que bancar o inteligente", afirmam, sem nenhuma vergonha na cara, muitos estudantes ingleses a seus boquiabertos professores. Diante do fato, alguns dos mais brilhantes catedráticos decidiram se reunir na tentativa de explicar o fenômeno. Resultado? Se ainda não foi banido pelos professores, o adjetivo clever (inteligente) está muito perto disso.
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Decidiu-se inclusive que, daqui por diante, será preciso tomar cuidado antes de chamar de inteligentes os melhores alunos. Porque, segundo uma pesquisa, são exatamente os melhores da turma os que mais correm risco de cair na prática do bullying (assédio físico ou psicológico aos colegas) para tentar se livrar da pecha de cê-dê-efes. Os professores estão convencidos de que os estudantes, após serem definidos como "inteligentes", se sentem de algum modo marcados. E por isso reagem adversamente. Provas disso? Em numerosos casos, muitos deles se recusam inclusive a retirar os prêmios escolares que ganharam por medo de serem ridicularizados pelos colegas.

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Simon Smith, um professor de Essex, foi um dos primeiros a afirmar que, "entre os estudantes de hoje, ser inteligente simplesmente não está mais na moda". "Falei com muitos deles", explica Smith, "e descobri que, na sua opinião, ser inteligente significa, sobretudo, ser chato, possuir uma personalidade sem graça, ser o queridinho dos professores e outras coisas que não podem ser repetidas em público". Seu alerta é sério!
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Existe, no entanto, um outro aspecto, mais sociológico, ligado aos desenvolvimentos de uma sociedade tipicamente consumista que se agarra aos "mitos" do espetáculo e das celebridades do momento. Ou seja, não mais os grandes escritores e compositores, os cientistas e filósofos, não mais os grandes empreendedores, nem sequer os megagaviões da bolsa de valores e dos bancos constituem os padrões de sucesso e de afirmação social a serem perseguidos. A culpa deve ser atribuída, sobretudo, aos atuais modelos e cânones de celebridade que contribuem para bloquear os jovens, afastando-os do sucesso acadêmico.
.Cita-se por exemplo um self-made-man como Alan Sugar, popularmente conhecido como "Barão Sugar", empresário britânico, conhecidíssimo personagem da mídia e consultor político. Nascido de família humilde no East End, região pobre de Londres, ele é hoje dono de uma fortuna estimada em US$ 1,2 bilhão. A exemplo de outros homens e mulheres de sucesso contemporâneos, Sugar não costuma ler livros e gosta de se vangloriar das notas baixas que alcançou na escola. Outro exemplo é o do jogador de futebol David Beckham, "um dos tantos protagonistas da vida inglesa na atualidade que não dá, no entanto, a impressão de possuir capacidades intelectuais particulares".
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Não menos deprimente foi o panorama desenhado por Ann Nuckley, administradora escolar em Southwark, bairro no sul de Londres. Ela contou que muitos estudantes da sua escola recusam frequentar os estágios e receber os prêmios por suas conquistas. "Preferem adotar como modelo as celebridades do momento, aqueles personagens que transitam pelas revistas de fofoca social, ou as que analisam nos mínimos detalhes a gloriosa existência do último garotão que, da noite para o dia, saiu do anonimato para a luz do estrelato graças a um papel na novela da televisão."
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O que fazer diante do quadro? Os 34 mil membros da Associação dos Professores da Inglaterra não têm nenhuma intenção de permanecer passivos. Primeira medida: decidiu-se cancelar o substantivo "fracasso escolar", substituindo-o pelo conceito de "sucesso adiado". Parece meio paliativo, mas, enfim, é alguma coisa. Talvez fosse o caso, lá como aqui, de pressionar as autoridades para que comecem a afirmar que cultura e inteligência são coisas boas, e delas a gente gosta. E procurar as verdadeiras razões dessa perigosa inversão de valores que caracteriza nosso atual momento histórico, no qual os grandes são esquecidos e desprezados e os medíocres são elevados ao olimpo dos deuses de curta duração.
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Quando procuramos as causas de hecatombes do gênero (sim, trata-se de uma hecatombe, inclusive do ponto de vista espiritual), melhor não permanecer na superfície. As razões estão sempre mais embaixo e dizem respeito à inquestionável falência ético-filosófica da nossa civilização da produtividade e do consumismo insustentáveis. Que adolescência é sinônimo de crise é coisa mais que sabida, e desde sempre. Pelo menos desde quando os adolescentes éramos nós, inquietos e mudos, ávidos de experiências, perigosos e em perigo. Éramos rebeldes, sim, contra tudo e todos que se contrapunham a nossos desejos. Não confiávamos no bom senso nem na escala de valores dos mais velhos e, como é natural em quem se encontra na fase dos verdes anos, éramos todos donos da verdade absoluta e dela não abríamos mão. Ilusões cujo ímpeto o tempo se encarregou de arrefecer e até mesmo apagar.
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Mas, que me lembre, nunca ouvi nenhum jovem da minha geração afirmar que ser inteligente é ser brega. O que mudou? Segundo o jornalista italiano Michele Serra, "explodiu o mecanismo que regula a relação entre os direitos e os deveres". Ou, para tentar dizer melhor, entre os desejos e seus limites. Pois vivemos numa era em que, cada vez mais, se perde a consciência dos limites e todos, sobretudo os mais jovens, acham que podem tudo e que nada lhes pode ser negado.
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Como poderia ser diferente? A multiplicação dos desejos, no mundo contemporâneo, é contagiosa, exponencial e estruturalmente vital para a multiplicação do consumo. Toda a arte infernal da propaganda comercial contemporânea, por exemplo, é baseada no estímulo desmesurado do desejo. Como fazer, assim sendo, para que a alta criação intelectual, científica ou artística continue sendo mais importante do que a sola vermelha do último sapato desenhado por Christian Louboutin? Ou que o mais recente ensinamento espiritual do Dalai Lama seja considerado mais valioso e interessante do que o último escândalo na vida de Paris Hilton? Entre outros exemplos...
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FONTE: http://www.terra.com.br/revistaplaneta

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sábado, 6 de novembro de 2010


Exame Nacional de Desempenho de Estudantes
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Os 450 mil universitários avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – Enade em 2010 terão até 21 de novembro para preencher eletronicamente o questionário do estudante. Pela primeira vez, a coleta das informações sobre o perfil socioeconômico dos participantes será realizada pela página do ENADE na internet. Na primeira entrada no sistema, o estudante deverá informar um endereço eletrônico e o número do CPF. O acesso será validado por meio do número do documento digitado.
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A informatização do questionário atende as solicitações das instituições de ensino superior e da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes). Com o sistema, os dirigentes educacionais poderão acompanhar de maneira ágil o processo de preenchimento de seus alunos, identificando assim o número de questionários respondidos. O monitoramento será feito também na página do Enade na internet. A mudança traz economia de recursos de impressão, distribuição e processamento de leitura dos cartões impressos, como eram feitos até 2009.
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Embora seja de caráter voluntário, o ato de responder o questionário é extremamente importante para o desenvolvimento da avaliação do ensino superior brasileiro. As informações prestadas na pesquisa subsidiam a construção de indicadores educacionais de qualidade da educação superior, como o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC).
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Neste ano, serão avaliados estudantes dos cursos de bacharelado em agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, terapia ocupacional e zootecnia, e dos cursos superiores de tecnologia em agroindústria, agronegócios, gestão hospitalar, gestão ambiental e radiologia. Os estudantes dos cursos superiores de tecnologia em agronegócios, gestão hospitalar e gestão ambiental serão avaliados pela primeira vez.
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O Enade 2010 será realizado no dia 21 de novembro. O Inep já divulgou os locais de aplicação das provas, confira no site. O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – Enade, que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes, tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências. Para maiores informações clique aqui.
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FONTE: http://www.infojovem.org.br
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De que ângulo você se vê?
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A "V Semana pela Democratização da Comunicação" e a "III Semana de Psicologia", realizadas simultâneamente de 25 a 29 de outubro, representaram a consolidação de um plano de lutas de dois coletivos estudantis de forte atuação na Universidade Federal da Paraíba (UFPB): o COMjunto e o Canto Geral.
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Nascido em 2008, o Coletivo COMjunto de Comunicadores Sociais carrega na sua história uma porção de realizações e nos braços as bandeiras pela Democratização da Comunicação, do Combate às Opressões e pela Qualidade de Formação do Comunicador.
Ao lado da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social, a Enecos, o Coletivo COMjunto acredita que a Comunicação reflete a ordem social vigente. Dessa forma, luta pela Democratização da Comunicação de modo consciente da necessidade de discutir e criar outro modelo de sociedade.
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O Canto Geral de estudantes de Psicologia, por sua vez, é mais recente enquanto coletivo. Porém, faz parte de uma narrativa marcada pelo canto geral e pela dança das mentes dos estudantes de Psicologia em uma caminhada longa trilhada no Centro Acadêmico do Curso. Agora, seguindo um novo modelo de organização, o Canto Geral sente a necessidade de continuar construindo um espaço importante para discutir a produção dos sujeitos e a produção da loucura, que seja capaz de apontar novas possibilidades de atuação na Psicologia.
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A partir do momento que o aprofundamento das discussões e a caminhada encontraram um lugar comum, as semanas se tornaram uma só. Quando percebemos, para além da convergência de pautas estudantis, quão intrigante seria aproximar de vez os estudos e a militância sobre a estreita relação entre a mídia e a subjetividade, cada vez mais presente e perceptível.
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Trilhar juntos espaços fundamentais no nosso calendário de atuação é contribuir para romper as distâncias entre dois campos do conhecimento tão congruentes. É refletir sobre a abscissa que separa, na UFPB, os cursos de Comunicação Social e de Psicologia, e que, agora, pretende se tornar real com a separação aparentemente administrativa do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes.
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FONTE: http://psidemocom.blogspot.com
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domingo, 19 de setembro de 2010

O talento dos alunos da Rede Municipal
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O Festival de Música - Ano Cultural Zé Ramalho realizado pela Prefeitura de João Pessoa (PMJP) emocionou alunos, professores e convidados. Com canções que homenagearam o artista paraibano, estudantes da rede municipal de ensino mostraram que boa educação também revela belos talentos. As últimas apresentações do festival aconteceram na noite desta sexta-feira (17/9), no auditório da da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes.
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Desde a última quarta-feira (15/9), cerca de 50 escolas participaram do Festival, com 79 músicas inscritas. No primeiro dia se apresentaram alunos do Ensino Fundamental II. Na sexta foi a vez dos alunos do Fundamental I e do Educação de Jovens e Adultos (EJA). Todos eles só interpretaram músicas de autoria própria baseadas nas obras de Zé Ramalho.
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Os três primeiros colocados de cada grupo foram premiados. Os primeiros colocados receberam um teclado cada integrante. O segundo colocado ganhou um violão com a assinatura de Zé Ramalho, já o 3º colocado que foi premiado com uma flauta doce. Os alunos que ficaram em 1º lugar em cada segmento receberam os teclados das mãos de Zé Ramalho na sexta-feira (24) durante o show que acontece nas areias da praia do Cabo Branco a partir das 21h. Os vencedores também subirão no palco para uma apresentação exclusiva com o artista.
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O prefeito Luciano Agra assistiu as apresentações dos alunos e para ele, a cultura é um caminho para a educação. "Em um evento como este é que temos a oportunidade de revelar o talento de nossos alunos. Eu fiquei muito surpreso e sensibilizado em saber que as músicas foram compostas pelos próprios alunos. A Paraíba sempre foi uma grande produtora de talentos", disse o prefeito.
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Para a secretária de Educação, Ariane Sá, todas as expectativas foram superadas. "Mais de 400 alunos participaram do Festival. Nós não imaginávamos que nas escolas tivessem tantos talentos. Agora já estamos nos preparando para um segundo festival", disse a secretária.

domingo, 5 de setembro de 2010

Encontro Estadual dos Estudantes de Design
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O EiTa é o Encontro Estadual dos Estudantes de Design da Paraíba, que apresenta-se como um evento sem fins lucrativos de caráter científico, político, acadêmico e cultural que surgiu tomado pela iniciativa dos próprios estudantes, designados a enraizar a cultura local e suas potencialidades naqueles que denunciam ter um sentimento acolhedor, apaixonado e abarrotado de afinidades por esse estado repleto de espontaneidade e essência incomum.
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Configurando-o, pois, como um importante fórum de debate de Design, que prevê discutir, refletir, trocar experiências e marcar a história do Design Paraibano, estimulando a busca de conhecimentos, proporcionando maturação pessoal, acadêmica e profissional, propiciando diversas atividades, impulsionando a interação entre os participantes, que no final, contribuirão para uma conscientização da importância que é o design no cotidiano das pessoas.
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A denominação “EiTa”, surgiu para caracterizar a cultura local, pois se refere a uma expressão muito comum e usada na região, que geralmente remete a surpresa, novidade, mas, devida a constante presença no vocabulário regional é também muito ouvida interligada a outras expressões.
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O EiTa Design vem em busca de uma identidade minimamente explorada e muitas vezes pouco divulgada, propondo um transbordamento de múltiplas facetas e fluição de idéias antes impensadas para nossa cultura tão ilimitada. Logo, nesta primeira edição, entre os dias 23 e 26 de setembro de 2010, o Encontro Estadual dos Estudantes de Design apresentará o tema "Descobrindo a Identidade".
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domingo, 15 de agosto de 2010

A leitura na universidade e o livro digital
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Sabine Righetti
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Os estudantes estão lendo menos e as bibliotecas de escolas e de universidades estão cada vez mais vazias. Por outro lado, as formas de acesso à leitura, por meio dos livros digitais e de bibliotecas virtuais, têm potencial para ampliar significativamente o número de leitores. Esse foi o foco dos debates da XXIII Reunião Anual da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU). O evento reuniu especialistas, acadêmicos, estudantes, editores e demais interessados no auditório da Editora Unesp para discutir a leitura na universidade e o livro digital.
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O Secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo, Carlos Vogt, que participou da mesa de abertura, destacou que o distanciamento do jovem da leitura é simultâneo às novas formas de acesso à leitura. “Há grandes instituições interessadas na circulação de livros: editoras, livrarias, grandes projetos de bibliotecas a disponibilizar a forma de acesso”, afirmou. Para ele, estamos vivendo um período de expansão do formato eletrônico de leitura, sem que o livro no formato de papel se extingua. “O livro tradicional convive hoje com novas formas de circulação dos conteúdos e dificilmente isso levará ao desaparecimento da forma tradicional do livro. O livro eletrônico traz uma ampliação das possibilidades de pesquisa”, disse.
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No mesmo sentido, o Secretário Municipal de Cultura de São Paulo e professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), Carlos Augusto Calil, revelou ter observado um esvaziamento das bibliotecas nas universidades. “A questão da leitura tem sido um problema que se agrava ao longo do tempo. Cada vez mais os alunos preferem pesquisar na internet a buscar livros na biblioteca”, disse. Por outro lado, o interesse pelo livro permanece: “Temos um projeto de ônibus-biblioteca que promovem um grande interesse quando chegam às periferias”.
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Para a presidente da Associação Brasileira de editoras universitárias (ABEU), Flavia Goulart Mota Garcia Rosa, as mudanças nas formas de leitura e de pesquisa na atual sociedade do conhecimento são grandes e as editoras universitárias precisam acompanhar o ritmo. “Precisamos estar atentos às novas tecnologias possibilitadas pela Sociedade do Conhecimento. Os questionamentos são muitos, pois envolvem o acesso e a distribuição dos livros”, disse.
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O diretor-presidente da Fundação Editora da Unesp, José Castilho Marques Neto, reforçou a importância das editoras universitárias que, na opinião dele, “devem falar com o mundo e não apenas com o público universitário”. Ele destacou ainda que é importante que as editoras universitárias respeitem regras mercadológicas e de distribuição, que faça ações de marketing: “queremos ser lidos”. No entanto, ele destacou que a função das editoras universitárias é também “formar os estudantes”.
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O “barato” das repúblicas estudantis
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Ao mudar de cidade, após a difícil etapa dos vestibulares, os estudantes passam pelo desafio de montar uma república. A mobília torna-se fundamental não somente pela estética, mas principalmente pela funcionalidade e bem-estar que estão ligados a ela. Surge assim, na busca emergencial por móveis e eletrodomésticos, caminhos alternativos que alimentam um comércio diferente: o de móveis usados.
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Para conseguir produtos baratos e de qualidade é preciso um trabalho de pesquisa intenso por parte de quem quer comprar. A investigação deve ser quase tão minuciosa quanto o cansaço para se encontrar boas opções. A busca em anúncios de jornais, murais e lojas especializadas tanto em usados como novos é fundamental para o esclarecimento e a realização de um bom negócio. “O móvel usado é mais barato, mas precisa haver uma pesquisa para saber se realmente está comprando por um preço bom”, diz a dona-de-casa Maria de Lurdes Soares, ao comprar móveis para
montar a república do filho.
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Para a especialista em Habitação e Manejamento de Interiores, Elza Maria Guimarães, “quanto mais você freqüentar as lojas de móveis usados, mais você se acostumará a ver as peças que são boas e valem a pena serem compradas. É uma questão de treino”. Contudo, na urgência que normalmente vivem os estudantes, não há tempo para “treinar” o olhar e, por isso, cuidados devem ser tomados para não se cair em ofertas tentadoras. Na hora da compra, Guimarães alerta: “pergunte-se se você realmente precisa daquele móvel, se ele cabe na sua república ou se combina com as outras peças que você já tem”.
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As lojas especializadas em usados sofreram, recentemente, um aumento de popularidade entre os estudantes. Porém, alguns não gostam desse caminho para adquirir seus móveis. O estudante de Economia, Cláudio Vivas Neto, optou pela compra do usado sem a mediação das lojas “para não correr riscos, pois conhecia amigos que sofreram com a demora dos donos da loja para fechar negócio”. Já para o estudante de Gestão de Agronegócio, Tarcísio Cremonezzi, “a melhor alternativa é a loja de usados, pois não há a preocupação com a entrega (que é gratuita), o transporte ou a montagem do móvel. Tudo fica a cargo do dono da loja”.
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Segundo Gisely Arruda Abranches, dona de uma loja de móveis usados, “o estudante perde menos (dinheiro) ao adquirir um móvel usado”, pois além de comprar já por um preço mais baixo, poderá vender novamente quando for embora da cidade. De acordo com Abranches, os interessados em vender seus móveis devem fazer um agendamento prévio para que um funcionário da loja faça uma avaliação sem compromisso da mercadoria. Se o negócio for fechado, agenda-se também um horário para buscar o móvel.
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A compra de eletrodomésticos também requer cuidados especiais. “Às vezes é possível comprar uma geladeira usada pela metade do preço da nova. Mas é preciso saber em que estado se encontra este equipamento. Se a borracha que veta a porta não estiver em bom estado de conservação a geladeira poderá consumir mais energia. Fogão a gás também requer uma vistoria mais detalhada. Se precisar de reparos, é bom verificar o quanto custará antes de fechar o negócio”, alerta Guimarães.
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Em caso de mercadorias que apresentem defeitos, o consumidor precisa saber que, mesmo se tratando de usados, a loja onde realizou a compra oferece assistência para reparos e garantia de três meses. Talvez o único problema sem solução sejam os cupins encontrados em alguns móveis. De acordo com Guimarães, “cupim determina a desistência da compra. Se o móvel estiver tomado pelos insetos não vale a pena comprar, pois eles podem passar para outros móveis da casa”.
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Se o estudante quer baixo custo para mobiliar uma casa, não é necessário comprar tudo que precisa, pois ao “colocar a mão na massa” pode descobrir uma nova função para um caixote de madeira ou um móvel velho da família. O caminho mais econômico e que evita o desperdício não é o comércio de usados, mas sim aquele que transforma e reutiliza o velho através da criatividade.

terça-feira, 27 de julho de 2010

XXXI Enecom inicia suas atividades
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Visando fomentar o debate sobre a comunicação popular, o XXXI Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação esta ocorrendo este ano em João Pessoa-PB. Até o dia 1 de agosto mais de 500 estudantes de todo o Brasil estarão na UFPB convivendo, discutindo, trocando experiências, se divertindo, se formando, a fim de construir uma comunicação contra-hegemônica.
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Mas que é o Enecom? O Enecom é uma confluência de pessoas, idéias, projetos – de vida e de sociedade. Um espaço coletivo onde é possível conhecer coisas e dar-se a conhecer. Um espaço essencial para entendermos porque lutar pela democratização da comunicação, pela qualificação do ensino de comunicação, pelo fim das opressões (racial, sexual, de classe). É convivendo que conseguimos conhecer a nós mesmos. E perceber que, afinal de contas, temos diferenças, mas temos que caminhar juntos porque o que temos em comum é muito maior.
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Palavras são importantes num encontro, mas não só. Não se trata meramente de acumular informações, de conhecer sotaques diferentes, fazer contatos. É muito mais do que isso. Mas, então o que é o Enecom? Impossível dizer em palavras o que só pode ser sentido. Objetivamente são painéis, apresentações de trabalhos (acadêmicos e empíricos), vivências junto a movimentos sociais, grupos de discussão e trabalho e convivência ininterrupta. E isso é muita coisa, mas não
diz quase nada comparado ao que é, de fato, o Enecom. A mobilização para o encontro já iniciou há tempos. Os militantes da Enecos vêm realizando pré-encontros em seus respectivos estados a fim de propagandear as bandeiras da executiva e dar uma palhinha do que será este grande encontro.
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O Coletivo Comjunto, que organiza o Enecom 2010, utiliza “Parahyba” no lugar de João Pessoa , o nome da capital, pois é parte de um movimento que se posiciona contrariamente ao atual nome da cidade, e luta pela troca por Parahyba, antigo nome da cidade, com origens indígenas. O coletivo entende que o nome foi modificado em momento de forte comoção popular, logo após a morte do ex-presidente do estado, João Pessoa, em 1930, e foi um artifício político para martirizar e encampar historicamente uma campanha a seu favor. Além disso, entende-se uma extrema personalização e um erro histórico de se expor o ex-presidente como um revolucionário das causas populares.
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Faz parte desse movimento também a negação da bandeira do estado, Paraíba, em suas cores e seus símbolo lingüístico. O “Nego” inscrito na bandeira remonta à negação do então presidente do estado da Paraíba, João Pessoa, ao convite enviado por Washignton Luís, presidente do Brasil à época, para apoiar o candidato à direção do país Júlio Prestes, partidarista de Washington. Assim, era o passo para encaminhar à candidatura à vice-presidência de Getúlio Vargas, em 1930.
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Sobre as cores, o vermelho se apresenta como o sangue “derramado” por João Pessoa quando foi assassinado por João Dantas em Recife, motivado, entre outras versões, por questões pessoais, pois equipes policiais do estado haviam invadido a residência de Dantas e publicizado cartas de amor de Anayde Beiriz, professora e poeta que, à época, passou pelo imenso escândalo de ter namorado um homem, ainda solteira. No entanto, na intenção de martirizar João Pessoa como um revolucionário, diz a história normativa que ele foi morto pela oposição. O preto simboliza o “luto” no qual toda a Paraíba entrou pela morte do então presidente do estado e candidato à vice-presidência da República.
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